Como a Decade constrói suas recomendações de investimento

Do cenário que o investidor brasileiro enfrenta hoje aos critérios com que analisamos cada ativo: como nossa pesquisa vira convicção e chega à carteira dos nossos clientes.

Na última década, a amplitude de oportunidades de investimento disponíveis ao investidor brasileiro se expandiu de forma drástica. Em 2016, a grande maioria dos investidores individuais era atendida exclusivamente pelos grandes bancos, cujas plataformas fechadas distribuíam principalmente produtos da própria casa. Dos 69,5 milhões de clientes de investimento no varejo naquele ano, 85,5% tinham poupança e 6,6% tinham fundo de investimento.1 Plataformas independentes com produtos de terceiros já existiam, mas eram pequenas.

Brasileiros que investem
36%

da população em 2025, contra 31% em 20212

Fundos disponíveis no mercado
40.406

unidades investíveis na base de fundos brasileiros3

Clientes de varejo com fundo em 2016
6,6%

de 69,5 milhões; 85,5% tinham poupança1

Pessoas físicas em renda variável
5,4 mi

com R$ 588,3 bilhões na B3, 2º tri de 20254

Hoje o investidor individual tem acesso a milhares de investimentos em praticamente todas as classes, de títulos públicos a agronegócio e ações no exterior.

Investidores pessoa física na B3, por classe e papel
Quantidade de investidores pessoa física com posição em cada item, em milhares.
  • Renda variável (total)5,4 mil
  • LCI2,2 mil
  • LCA2,2 mil
  • CRA602,1
  • CRI428

Fonte: B3, Book Pessoa Física, 2º trimestre de 2025.4

Mas o acesso ampliado trouxe desafios novos para o investidor individual. Em um mundo em que milhares de oportunidades de investimento, de qualidade muito diferente, são apresentadas a você, ficou complexo entender que riscos você está correndo e quais são os resultados possíveis de um investimento. Isso produziu muitos casos trágicos, em que o investidor individual sofreu perdas que não esperava.

Nos COEs referenciados em dívida da Ambipar e da Braskem, vendidos ao varejo como investimento conservador, a liquidação antecipada devolveu ao investidor até 93% menos do que ele havia aplicado. Algo semelhante aconteceu no agronegócio: a inadimplência em crédito ligado ao setor subiu junto com as recuperações judiciais, atingindo carteiras montadas pela isenção de imposto de renda, sem análise do risco de crédito por trás.5

O Banco Master captou com CDBs que chegaram a pagar 140% do CDI, muito acima da média de mercado, e fechou 2024 com R$ 30,9 bilhões em CDBs no balanço. Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central decretou sua liquidação extrajudicial. Cerca de 99% dos investidores estavam dentro do teto do FGC, de R$ 250 mil por CPF por instituição, e recuperaram o dinheiro integralmente, mas o processo levou meses, e o FGC paga juros só até a data da liquidação.6 Parado e sem render, o dinheiro perdeu boa parte do prêmio que o papel pagava a mais.6

Glossário
Selic e CDIA Selic é o juro básico da economia brasileira. O CDI é a taxa que remunera as aplicações mais conservadoras e acompanha a Selic de perto.
ValuationO preço que o mercado paga por cada real de lucro de uma empresa. Quanto mais alto, mais o preço de hoje já embute crescimento futuro.
BenchmarkA referência contra a qual o desempenho de um ativo é medido. No Brasil, costuma ser o CDI.
MultimercadoO fundo que pode investir em várias classes de ativo ao mesmo tempo, com liberdade ampla de estratégia.

O teto do FGC protegeu quem tinha o CDB no próprio nome. Cota de fundo não é coberta: quem chegou ao mesmo emissor por um fundo ficou sem essa proteção e carregou a perda pela cota, sem teto e sem prazo. Dezoito fundos de previdência de servidores públicos levaram R$ 1,86 bilhão em papel do Master.7 Nos fundos abertos, seis declaravam R$ 1,9 bilhão em CDB do Master em outubro de 2025; em maio de 2026, estava marcado a zero.8

A volatilidade do panorama macroeconômico brasileiro também se soma à complexidade de investir. O juro básico caiu a 2% ao ano em agosto de 2020, a mínima da série histórica, subiu a 15% e voltou a ceder em 2026, chegando a 14% em agosto.9 A bolsa oscilou ainda mais.

Ibovespa, variação anual em reais
Variação do índice em cada ano fechado, de 2001 a 2025.

Cada barra é a variação do Ibovespa naquele ano, em porcentagem, medida em reais. Fonte: B3, estatísticas históricas do índice, para 2001 a 2020; Análise Decade sobre a série do índice, para 2021 a 2025.

Os mercados globais vivem um momento interessante. A onda de inovação em inteligência artificial produziu vencedores e perdedores nas bolsas e ajudou a impulsionar o S&P 500, índice amplo do mercado americano, que avançou 25,02% em 2024 e 17,88% em 2025. Somando os dois anos, são 47,4% acumulados.10 O investidor precisa lidar com o enorme potencial que a nova tecnologia tem de elevar o valor das empresas e de suas ações, ao mesmo tempo em que os níveis de valuation estão entre os mais altos já observados.

S&P 500, retorno total anual
Retorno total do índice por ano, com dividendos reinvestidos.

A altura de cada barra é o retorno total do índice naquele ano, em porcentagem, com dividendos reinvestidos. Fonte: S&P Dow Jones Indices.10

Além disso, o quadro geopolítico evolui rapidamente. Há vários conflitos e tensões prolongados que desorganizam cadeias de fornecimento e levaram a uma alta no gasto com defesa. Há também preocupação com o balanço da dívida do governo americano e com a posição do dólar como moeda de reserva do mundo. Esses desdobramentos têm impacto profundo sobre inflação e juros, que, na nossa leitura, devem ficar significativamente mais altos nas próximas duas décadas do que nas duas décadas desde a crise financeira global.

Gerir bem o dinheiro virou um segundo trabalho

A dificuldade não está só na hora de escolher um investimento. Você é estimulado o tempo todo a consumir, a tomar crédito e a apostar. Do outro lado, a orientação financeira que chega até você costuma ser conceitual, errática e conflitada. Cabe a você, sozinho, conciliar o que dizem os profissionais de mercado, os influenciadores, os amigos e a família, e transformar isso em uma estratégia coerente com os seus objetivos de vida.

Parte dessa dificuldade vem do desenho do próprio mercado. Uma fatia grande do mercado financeiro ganha dinheiro exatamente na assimetria de informação. A última onda de inovação em serviços financeiros transformou o banco, o pagamento e o acesso ao produto. Ela não chegou ao momento de decidir o que fazer com o dinheiro. É essa camada, a da decisão, que a Decade constrói.

Na prática, isso acontece em duas escalas. No nível macro, consolidamos suas contas e seus ativos em um só lugar via Open Finance, o sistema que permite a você autorizar o compartilhamento seguro dos seus dados financeiros entre instituições. A partir daí, identificamos problemas estruturais de taxa, liquidez e risco na carteira, encontramos otimizações tributárias e montamos um plano alinhado aos seus objetivos de vida. No nível micro, apontamos assinaturas que você não usa, padrões de gasto que merecem atenção, qual cartão entrega mais benefício para o seu caso, quais ativos estão dentro de cada fundo que você tem, e onde aplicar o que sobra no fim do mês.

Cada cliente ganha um advisor dedicado, que traz a sensibilidade construída nessa relação para discutir temas mais complexos ou apoiar decisões maiores. Na plataforma, a IA da Decade também sempre trabalha por trás dos panos: lê cada extrato, acompanha cada posição e monitora o mercado 24 horas por dia, avisando quando algo muda.

Construir uma carteira de investimentos de alta qualidade, totalmente alinhada à sua vida e aos seus objetivos, é uma parte muito importante desse trabalho. Abaixo descrevemos como pensamos investimento e como colocamos isso em prática ao analisar o mercado e ao construir as carteiras dos nossos clientes.

Nosso processo de pesquisa

Ingerimos mais de 850 milhões de pontos de dados de mais de 15 fontes diferentes, entre elas CVM, B3, ANBIMA, Banco Central, IBGE, Tesouro Nacional, o Federal Reserve americano e bolsas internacionais. Aplicamos um processo rigoroso de limpeza e controle sobre esses dados, porque base pública de mercado chega com preço faltando, série interrompida e classificação inconsistente.

Para cada classe de ativo, nosso time de investimentos constrói um manual, o que chamamos de convicção de investimento: que dados olhar, que análises fazer, como levar em conta o contexto do cliente para encaixar aquele ativo na carteira, e como escolher as posições específicas dentro de cada classe.

Quem faz esse trabalho vem de gestoras globais e brasileiras, e de origens diferentes dentro de investimento.

  • Jasper Bal, CGA
    Jasper Bal, CGA
    Investimentos

    Começou no private equity da Blackstone, em Londres, e depois passou a fazer investimentos em empresas de tecnologia na Coatue, em Nova Iorque.

  • Carolina Maciel, CFA
    Carolina Maciel, CFA
    Investimentos

    MBA pela China Europe International Business School. Carreira na Núcleo Capital, gestora de ações independente baseada em São Paulo.

  • João Parizotto, CFA
    João Parizotto, CFA
    Investimentos

    Carreira de investimentos em ações na Brasil Capital, gestora independente baseada em São Paulo, onde cobria tecnologia, saúde, varejo e consumo.

  • Christian Fantin
    Christian Fantin
    Investimentos

    Carreira na Núcleo Capital, gestora de ações independente baseada em São Paulo. Formado em Ciência da Computação e cursando LLM em Direito Empresarial.

Hoje são 25 convicções vivas, e o número só aumenta. Começamos pelas classes mais frequentes no mercado. Todas seguem três princípios.

Princípios
01

Honestidade intelectual

Estudamos os melhores investidores do mundo, avaliamos perspectivas diferentes e formamos nossa própria visão a partir dos dados. A cada momento, queremos conseguir explicar nossa visão e as análises por trás dela com transparência total.

02

Convicções vivas

Nossos princípios de investimento são atemporais, mas a avaliação de uma oportunidade muda conforme se alteram fatores como valuation e risco. Para cada convicção, definimos de antemão quais eventos e métricas acionam uma revisão da pesquisa, e monitoramos esses gatilhos de forma automática. Quando a revisão muda a conclusão, a mudança percorre todo o caminho até a carteira de cada cliente.

03

O conselho que seguimos

Somos nossos próprios clientes: seguimos a mesma estratégia de investimento que recomendamos. O conselho que chega até você é o que aplicamos ao nosso próprio dinheiro.

Também usamos o conhecimento da nossa rede para formar nossas visões e para testar a validade das nossas convicções. Assim, a qualidade da nossa pesquisa se estende ao conhecimento coletivo de quem é referência em cada campo de finanças e investimento. Um exemplo: entre nossos conselheiros está Florian Bartunek, sócio fundador e CIO da Constellation Asset Management, uma das maiores gestoras de ações do Brasil.

Nossas convicções de investimento estão embutidas em todos os serviços que prestamos. Elas são a base de conhecimento que o time de advisors e a IA da Decade consultam para responder às perguntas dos clientes e para dar recomendações. Garantimos a qualidade e a consistência das respostas da IA testando continuamente as saídas contra checklists rigorosos, alinhados às crenças descritas nas convicções.

Análise e monitoramento de ativos

Hoje monitoramos e analisamos 18.484 ativos na plataforma. Para esses ativos, acompanhamos taxas, desempenho de retorno contra o benchmark, liquidez, tratamento tributário e as posições individuais de cada fundo. Sempre que alguma mudança merece a atenção do cliente, alertamos com base em cinco critérios:11

O que sinalizamos numa carteira

Desempenho abaixo do benchmark

O ativo entrega menos do que a referência contra a qual deveria ser medido. Um trimestre fraco, sozinho, não conta: olhamos o retorno móvel de 12 meses, mês a mês, ao longo do maior histórico disponível.

Taxa alta

O custo não se justifica pela estratégia. É o fundo DI que cobra para entregar o que um título público entrega sozinho, o ETF com custo acima do mercado, o fundo que cobra fora do padrão do seu grupo de comparação.

Risco de crédito alto

Emissor sem rating de nenhuma agência ou com rating abaixo do nosso mínimo, devedor em recuperação judicial, inadimplência elevada nos créditos que lastreiam o título, emissão sem garantia real. Entra aqui também a exposição a um único banco acima do limite do FGC, que cobre R$ 250 mil por CPF em cada instituição.

Histórico insuficiente

O ativo existe há pouco tempo para dizer se o resultado veio do método ou da sorte. Um ano bom não distingue as duas coisas; vários ciclos começam a distinguir.

Estrutura tributária ineficiente

O mesmo risco poderia ser tomado por um instrumento que paga menos imposto, ou o dinheiro está num produto cuja tributação come parte do retorno sem que o cliente ganhe nada em troca.

Nos multimercados dá para ver o peso da taxa de perto. Avaliamos 1.830 deles, e 554 cobram mais de 2,2% ao ano em taxas, somando R$ 59 bilhões de patrimônio.12 Entre os que cobram acima de 2,2%, 44,4% ficam abaixo do benchmark, contra 33,5% dos demais. Olhando com que frequência cada fundo bate a referência ao longo do tempo, a distância se repete: 65,0% dos caros ficam abaixo do nosso corte, contra 53,6% do resto.13 Pagar mais não comprou desempenho melhor. A taxa sai todo ano, com ou sem resultado, então o gestor precisa superar a referência pela taxa inteira só para empatar.

Rodando os cinco critérios sobre o universo de fundos, o funil é estreito: dos 7.005 fundos que avaliamos, 2.295 passam sem nenhuma sinalização e 74 chegam à lista de recomendados.14

Do universo avaliado à lista de recomendados
Etapas do filtro quantitativo da Decade sobre o universo de fundos.
  • Universo avaliado7 mil
  • Sem nenhuma sinalização2,3 mil
  • Lista de recomendados74

Fonte: Análise Decade, avaliação de 17 de agosto de 2026.14

O que vem a seguir

Este é o primeiro de uma série. Nos próximos, vamos entrar nas partes em que este texto apenas encostou: os cinco princípios que orientam o que compramos e o que recusamos, o método de construção de carteira em três etapas, e como pensamos cada classe de ativo em profundidade, comparando as estratégias disponíveis dentro de cada uma e dizendo qual preferimos e por quê.

Fontes

  1. Clientes de investimento no varejo em 2016 (69,5 milhões, 85,5% com poupança e 6,6% com fundos, data-base de dezembro de 2016): ANBIMA, Relatório Varejo Ano V nº 5, publicado em abril de 2017. 2

  2. Percentual da população que aplica em produtos financeiros (36% em 2025, contra 31% em 2021): ANBIMA, Raio X do Investidor Brasileiro, 9ª edição, referente a 2025, com 5.832 entrevistados.

  3. Unidades investíveis na indústria de fundos brasileira (40.406, das quais 36.167 apreçadas, 89,5%): análise da Decade sobre a base de fundos brasileiros, agosto de 2026.

  4. Investidores pessoa física na B3, patrimônio em renda variável e contagens em LCI, LCA, CRA e CRI: B3, Book Pessoa Física, 2º trimestre de 2025. 2

  5. COEs referenciados em dívida da Ambipar e da Braskem, com perdas de até 93% na liquidação antecipada: InvestNews, Investidores de COEs da Ambipar e da Braskem têm prejuízos de até 93%, outubro de 2025.

  6. Banco Master: CDBs pagando até 140% do CDI e R$ 30,9 bilhões em CDBs no balanço de 2024, com cerca de 99% dos investidores dentro do teto do FGC, conforme Gazeta do Povo, O que acontece com quem aplicou em CDBs do Banco Master, abril de 2025; liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em novembro de 2025. O limite do FGC de R$ 250 mil por CPF e por instituição é regra do próprio fundo, que é mantido por contribuições compulsórias das instituições associadas (Resolução CMN 4.222/2013). Cronograma de pagamento a partir de 19 de janeiro de 2026 e 89% dos credores no início de abril. A regra de que o FGC paga o principal com os rendimentos acumulados apenas até a data da liquidação é do próprio fundo. A partir dela, o efeito da espera sobre o prêmio é derivado, não citado: três meses ao CDI de 15% ao ano equivalem a 3,6%; o prêmio de 40% do CDI sobre um CDI de 15% ao ano equivale a cerca de 6 pontos percentuais ao ano. 2

  7. Investidores não cobertos na liquidação do Banco Master: quem aplicava em fundos ou debêntures entra na massa de credores do banco, sem cobertura do FGC, porque cota de fundo não é instrumento garantido. Dezoito fundos de previdência de servidores públicos aportaram R$ 1,86 bilhão em letras e fundos do Master, conforme o Ministério da Previdência Social: DW Brasil, 6 de março de 2026.

  8. Exposição de fundos brasileiros a CDB do Banco Master: análise da Decade sobre os arquivos de Composição e Diversificação de Aplicações (CDA) que os fundos entregam à CVM. Seis fundos presentes tanto em 31 de outubro quanto em 30 de novembro de 2025 mantiveram a quantidade de papel (de 1.826,1 mil para 1.825,1 mil unidades, variação de 0,06%) enquanto o valor de mercado caiu 38,7%, de R$ 1.911,4 milhões para R$ 1.171,3 milhões. Em 31 de maio de 2026 o valor de mercado do papel remanescente é zero, com 832,5 mil unidades ainda em carteira. A base cobre posições em papel do Master a partir de agosto de 2025; não há série anterior a essa data.

  9. Selic histórica: Banco Central do Brasil, histórico das taxas de juros, série diária. Mínima de 2% a.a. em agosto de 2020, pico de 15% a.a., e 14% a.a. após a reunião do Copom de agosto de 2026.

  10. Retorno total anual do S&P 500: S&P Dow Jones Indices. 2023: +26,29%. 2024: +25,02%. 2025: +17,88%. Acumulado de 2026 até 21 de agosto: +12,95%. O acumulado de 47,4% em dois anos é a composição de 2024 e 2025. 2

  11. Os cinco critérios de sinalização: time de investimentos da Decade, definição de 25 de agosto de 2026.

  12. Os 554 fundos multimercado com taxa acima de 2,2% ao ano: Análise Decade, avaliação do peer group de multimercados em 17 de agosto de 2026, sobre 1.830 fundos, somando R$ 59 bilhões de patrimônio. O corte de 2,2% é o mesmo que aciona o sinalizador de taxa alta na nossa configuração.

  13. Desempenho dos multimercados por faixa de taxa: Análise Decade, avaliação de 17 de agosto de 2026 sobre o peer group de multimercados (1.830 fundos). Dos 554 que cobram acima de 2,2% ao ano, 246 (44,4%) recebem sinalização de desempenho abaixo do benchmark e 360 (65,0%) de baixa frequência de superação da referência; entre os 1.276 demais, são 427 (33,5%) e 684 (53,6%).

  14. Universo avaliado e lista de recomendados (7.005 fundos avaliados, 2.295 sem nenhuma sinalização e 74 aprovados): Análise Decade, avaliação de 17 de agosto de 2026. 2